segunda-feira, 15 de setembro de 2008

"A boa" da semana


A dica é o ERRÁTICA: POEMA AO VIVO, que rola essa semana no Centro Cultural Banco do Brasil, reunindo duplas inusitadas em torno da confluência poesia, música e tecnologia. Na quarta-feira, dia 17 às 19h30, Lica Cecato e Chico César.

Conheci Lica há muito tempo, quando ambos não tínhamos nem 20 anos. Ela era namorada de um grande amigo. Amor desfeito, a moça se mandou pra tentar a vida na Europa - e nunca mais tive notícias.

Há cerca de cinco anos, nos reecontramos por acaso, pela Internet. E daí eu soube de sua carreira internacional como cantora e compositora, de seu casamento de muito tempo com o grande artista Antonio Dias, de sua incrível história de sucesso. Retomamos o contato, reatamos a amizade. Lica está prestes a lançar dois novos CDs - vale a pena ficar ligado!


O texto abaixo, escrevi para o site dela, que também vale uma visita (www.licacecato.com).



UMA, única. A trajetória de Lica Cecato é única, em termos de experiências vividas e caminhos percorridos.

MUITAS, múltipla. Lica Cecato é uma multi-artista, múltipla em suas capacidades e na versatilidade.

Assim, terá imensa dificuldade aquele que quiser classificar a arte de Lica Cecato. Impossível colocá-la sob um rótulo, mesmo porque estes costumam limitar o alcance ou as possibilidades de um artista.

Lica Cecato está acima disso. Em primeiro lugar, não se sabe de outra cantora que tenha história tão diversificada. Nascida no Brasil, com apenas 22 anos a então designer gráfica (e também estudante de dança e cantora diletante), partiu sozinha para tentar a sorte na Europa. Morou em Roma e Veneza, estudou a língua japonesa, cantou na noite, especializou-se como musicista na Berklee College of Music de Boston (EUA) e, como diretora artística de cruzeiro marítimo, viajou o mundo - Turquia, Israel, Austrália... Desde então, Lica já gravou 6 CDs e se apresentou nos mais variados palcos do planeta. Do ponto de vista artístico, Lica Cecato tem o talento raro de emocionar, seja cantando clássicos da música brasileira, standards do jazz, ou suas próprias composições. É capaz de arrancar aplausos entusiasmados apresentando-se sozinha ao violão ou em sofisiticados espetáculos multimídia, que unem expressão corporal, grafismos visuais, música de vanguarda e poesia concreta. Sua voz de contralto é impositiva e versátil, com uma expressividade que traz o calor e o groove dos trópicos, embalados em técnica apurada.

Lica Cecato é UMA. E é MUITAS.

quinta-feira, 11 de setembro de 2008

Pelotão de Fuzilamento

Paredão já pra esses dois!

O da esquerda é o pior: sujeito desprezível, absolutamente do mal, esse R.T.

E o outro não passa de um ridículo 'laranja' de ocasião, que agora acrescenta mais um capítulo lamentável à sua biografia futebolística, composta por cenas que vão pouco além do medíocre brucutu sortudo.

O jogo de ontem foi só a confirmação de que esse é o padrão normal de um time sem tática, sem técnico, sem alma, sem nada. E a partida de domingo, contra o Chile, foi apenas uma exceção que aconteceu para confirmar a regra.

E eu, que já advoguei nesse espaço pela substituição do anão emburrado e incompetente pelo Zico, hoje só vejo uma solução viável para a Seleção Brasileira de Futebol:

Muricy Ramalho é um cara autêntico, que não faz média com cartola e nem com jornalista, é sério em seu trabalho, e sabe lidar com os jogadores - fala a linguagem dos boleiros e age com maestria na sempre difícil missão de comandar grupos heterogêneos e sujeitos a todo tipo de melindres e egocentrismos; além disso, é pra lá de vitorioso. Mas infelizmente, tenho certeza quase absoluta de que Muricy só entrará na CBF, se o R.T. sair pela outra porta...

quarta-feira, 10 de setembro de 2008

É ele!!!


Fim do mistério. O glorioso PERI (do excelente blog Armazém Peri S.C., linkado aí ao lado) matou a charada!

O personagem misterioso da foto no post anterior é o ex-tenista John McEnroe, uma verdadeira lenda do esporte, não apenas por sua carreira de enorme sucesso (ele dominou o tênis mundial na primeira metade da década de 80), como por seu gênio irascível, dentro e fora das quadras. Acima, foto atual do cara, como comentarista da ESPN.

McEnroe abalou as estruturas caretas do tênis em sua época; colecionou fãs apaixonados e inimigos mortais na mesma medida. Ao mesmo tempo em que destronava o sueco Bjorn Borg em Wimbledon, tocava em uma banda de rock e frequentava festinhas como essa aí debaixo, não exatamente o ambiente mais recomendado para um atleta profissional...

Casou-se com a atriz Tatum O’Neal – a belezinha que ganhou Oscar pelo filme ‘Paper Moon’, de Peter Bogdanovich, quando tinha apenas 10 anos de idade. Ao lado, McEnroe posa junto ao quadro de Andy Warhol homenageando o casal. O casamento resultou em três filhos e em uma série de problemas que, ao menos para Tatum, parecem ainda não ter acabado. Com a separação, em 1992, a moça entrou em parafuso: foi presa um par de vezes por posse de cocaína e depois de passar anos em clínicas e trabalhos comunitários, e de até lançar um livro celebrando a sua ‘recuperação’, foi mais uma vez em cana em junho desse ano, comprando cocaína e crack em uma esquina de Nova York...

E desde 1997, John McEnroe é casado com a celebrada roqueira Patty Smith.

Sujeito interessante esse…

segunda-feira, 8 de setembro de 2008

Quem se habilita?


Foto tirada em uma festa pra lá de animada, em Londres, comecinho dos anos 80. Achei nos meus arquivos dos tempos em que trabalhava no meio musical.
Não, eu não estava na festa, mas recebi a foto de um felizardo colega de labuta que ali compareceu e registrou o momento; tentei me lembrar do nome do tal colega... não consegui. Mas o desafio é o seguinte: três personagens aí em cima são pra lá de conhecidos, mas quero ver quem descobre quem é o cara de cachecol e braço levantado...

quarta-feira, 3 de setembro de 2008

Então é isso?


Tá chovendo muito em Bogotá. E faz frio. Mas é uma cidade bem agradável, com um centro empresarial/comercial que deveria servir de exemplo e de motivo de vergonha para os espigões e a ocupação vertical desenfreada e de gosto discutibilíssimo da região da Berrini. Vejam só:

Mas o que impressiona mesmo ao visitante ocasional, sem tempo para realmente conhecer a cidade e suas atrações, é a onipresente e opressora preocupação com a segurança. Os colombianos me disseram já estar acostumados e nem reparam mais. Mas vejam só: à noite, do caminho do aeroporto ao centro da cidade, a cada 200m há ostensivas duplas de policiais militares armados com metralhadoras. E durante o dia, em TODOS os prédios comerciais, nenhum veículo entra na gragem sem ser inspecionado por um policial e seu cachorro farejador. Abrem o capô, todas as portas e porta-malas. Mesmo dos funcionários que vão todos os dias ao prédio, e são, evidentemente, conhecidos de todos.

Será que teremos que chegar a tanto pra atenuar o problema da insegurança em cidades como São Paulo ou Rio? Será que é esse o caminho? Estamos mesmo condenados a viver em um mundo assim??

A Cidade do México surpreende aqueles que têm só aquela imagem da metrópole poluída, da confusão e do caos urbano de uma cidade maior do que São Paulo - afinal, juntando os arredores, são 30 milhões de habitantes!! E é verdade: engarrafameneto de trânsito, aqui, é mais comum do que os insistentes mariachis e do que o onipresente chili.

A cidade é mesmo isso tudo, mas é também um lugar de belas avenidas arborizadas, de muitos monumentos e chafarizes, de um povo orgulhoso de sua cultura azteca e maia, dos museus (nada menos do que 150!), com destaque para o Museu de Antropologia e para o Museu Frida Khalo (localizado no casarão onde morou a artista).


E é tambem um lugar de restaurantes maravilhosos, como La Hacienda de los Morales e deste Los Alpendres, onde rola um brunch digno de se degustar de joelhos...

segunda-feira, 1 de setembro de 2008

Sunday in NYC

O belo Guggenheim Musuem.
Por fora...



...e por dentro



O Central Park sob o Sol...



...e a sempre viva lembrança de John Lennon



E pra finalizar, um passeio pelo Greenwich Village