
“Situada entre o ocaso do sistema dos estúdios, a partir do fim dos anos 50, e o advento do ‘blockbuster’ turbinado por efeitos especiais, do fim dos anos 70 em diante, a carreira de Pollack exala um perfume nostálgico, uma paixão por histórias carregadas pelo magnetismo dos atores, que o diretor soube terminar antes que os patrões a declarassem antiquada” – Cássio Sterling Carlos, crítico da Folha, escrevendo sobre o diretor de cinema (e ator) Sydney Pollack, morto nessa semana; acima, a imagem de um de seus melhores filmes, o angustiante ‘Noite dos Desesperados’.
6 comentários:
Neil
leia também o texto do Luis Carlos Merten, sobre o Pollack,em seu blog do Estadão.
Angustiante, essa é a palavra para a "Noite".
vou lá ver, peri!
angustiante, porém um grande filme, jayme. e com atuação espetacular da jane fonda.
affe... esse filme me dá calafrios gritantes.
anna, vc me explica como são esses 'calafrios gritantes'??
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