
Deu na coluna da Monica Bérgamo, na Folha de hoje: Claudia Ohana será capa da Playboy de novembro!
A notícia não teria a mínima relevância (assim como a revista já não tem, há muito tempo), caso a moça em questão não tivesse virado ícone de toda uma geração, ao revelar, na mesma Playboy e há mais de 20 anos, uma... como diria... impressionante coleção/cultura de pelos pubianos.
E agora, a expectativa é quase insuportável! Como estará a ohana da Claudia?
Opa, quer dizer... Ah, xapralá! foi isso mesmo que eu quis dizer!
16 comentários:
Se sair uma tartaruguinha das partes pudendas,ela tá com "chato".
Günther.
Ah, ah , lá no Catarro Verde ela está expondo toda sua antiga (?)selva amazônica. Com esta onda de desmatamento vamos ver o quanto foi desbastada.
Nossa, outro dia recebi a foto original. Sério, que medo.
Dizem que ela vai se depilar. A explicação para aquela Mata Atlântica foi que "fazia parte do contexto da época".
Bom, pra mim chama preguiça.
gunther: esse é um blog-família (nem tanto...)
confesso que estou curioso, peri. façamos nossas apostas!
essa justificativa dela não cola, ana clara. mesmo pra época, 'aquilo' era um espanto!
impressionante essa senhora. continua muito gata.
agora, que essa história de pelos (na minha época tinha acento, tem mais não?) pubianos - muito, pouco ou nenhum - divide a pátria masculina.
um dia, Neil, um dia nas minhas utopias, as pessoas vão amar e admirar as outras por aquilo que elas são e não pela ausência ou excesso de pelancas, pêlos, celulites e que tais. Um dia...
Olá Neil (hahaha)!
Boa essa da “ohana” da Cláudia!
Você conhece a história da Cristina Prochaska que o Otávio Mesquita conta?
Certa vez estavam cobrindo pela Band, o Carnaval de madrugada naqueles bailes do Rio, o Otávio e a Cristina.
A certa altura, o câmera estava com a imagem aberta e um casal estava passando dos limites tolerados pela rede.
Foi então que o Diretor começou a “buzinar” no ouvido do câmera: “Fecha na Prochaska! fecha na Prochasca!”.
E o câmera fechando na mão do rapaz e na “ohana” da moça.
O Diretor cada vez mais alterado, mandando “fechar na Prochaska!”
E o câmera quase lá dentro.
Depois, o câmera foi alertado que Prochaska era o sobrenome da Cristina e não mais um apelido para a “ohana”!
é mesmo anna. a tal patria masculina poderia ser dividida entre contra, a favor e muito pelo ao contrário (opa!)
carol, sou mais pelo conjunto da obra...
é silvio, e essa história é verdadeira!
ô marcio, e pátria não tem mais acento tb?
sei lá se tem acento, anna. com essa reforma ortografica, eu, que já sabia pouco, agora não sei mais nada.
não seja humirde, Neil.
Vc ainda sabe quase pouco de quase nada, er, de quase tudo. ahaha
abçs
Se pátria não tem mais acento, eu passo a ser um apátrida. Ou um apatrida.
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