sexta-feira, 24 de outubro de 2008

Bomba! Bomba!!


Deu na coluna da Monica Bérgamo, na Folha de hoje: Claudia Ohana será capa da Playboy de novembro!

A notícia não teria a mínima relevância (assim como a revista já não tem, há muito tempo), caso a moça em questão não tivesse virado ícone de toda uma geração, ao revelar, na mesma Playboy e há mais de 20 anos, uma... como diria... impressionante coleção/cultura de pelos pubianos.

E agora, a expectativa é quase insuportável! Como estará a ohana da Claudia?
Opa, quer dizer... Ah, xapralá! foi isso mesmo que eu quis dizer!

16 comentários:

Anônimo disse...

Se sair uma tartaruguinha das partes pudendas,ela tá com "chato".
Günther.

peri s.c. disse...

Ah, ah , lá no Catarro Verde ela está expondo toda sua antiga (?)selva amazônica. Com esta onda de desmatamento vamos ver o quanto foi desbastada.

Ana Clara disse...

Nossa, outro dia recebi a foto original. Sério, que medo.

Dizem que ela vai se depilar. A explicação para aquela Mata Atlântica foi que "fazia parte do contexto da época".
Bom, pra mim chama preguiça.

Neil Son disse...

gunther: esse é um blog-família (nem tanto...)

Neil Son disse...

confesso que estou curioso, peri. façamos nossas apostas!

Neil Son disse...

essa justificativa dela não cola, ana clara. mesmo pra época, 'aquilo' era um espanto!

anna disse...

impressionante essa senhora. continua muito gata.

agora, que essa história de pelos (na minha época tinha acento, tem mais não?) pubianos - muito, pouco ou nenhum - divide a pátria masculina.

carol disse...

um dia, Neil, um dia nas minhas utopias, as pessoas vão amar e admirar as outras por aquilo que elas são e não pela ausência ou excesso de pelancas, pêlos, celulites e que tais. Um dia...

silvio macedo disse...

Olá Neil (hahaha)!
Boa essa da “ohana” da Cláudia!
Você conhece a história da Cristina Prochaska que o Otávio Mesquita conta?
Certa vez estavam cobrindo pela Band, o Carnaval de madrugada naqueles bailes do Rio, o Otávio e a Cristina.
A certa altura, o câmera estava com a imagem aberta e um casal estava passando dos limites tolerados pela rede.
Foi então que o Diretor começou a “buzinar” no ouvido do câmera: “Fecha na Prochaska! fecha na Prochasca!”.
E o câmera fechando na mão do rapaz e na “ohana” da moça.
O Diretor cada vez mais alterado, mandando “fechar na Prochaska!”
E o câmera quase lá dentro.
Depois, o câmera foi alertado que Prochaska era o sobrenome da Cristina e não mais um apelido para a “ohana”!

Neil Son disse...

é mesmo anna. a tal patria masculina poderia ser dividida entre contra, a favor e muito pelo ao contrário (opa!)

Neil Son disse...

carol, sou mais pelo conjunto da obra...

Neil Son disse...

é silvio, e essa história é verdadeira!

anna disse...

ô marcio, e pátria não tem mais acento tb?

Neil Son disse...

sei lá se tem acento, anna. com essa reforma ortografica, eu, que já sabia pouco, agora não sei mais nada.

googala disse...

não seja humirde, Neil.
Vc ainda sabe quase pouco de quase nada, er, de quase tudo. ahaha
abçs

jayme disse...

Se pátria não tem mais acento, eu passo a ser um apátrida. Ou um apatrida.